Duas das siglas em voga hoje em dia no mercado são os termos TCO (Total Cost of Ownership), e ROI (Return Over Investment), podemos considerar o TCO como um estudo ou análise de todos os custos envolvidos com a aquisição de uma solução de TI e podemos compará-lo com o ROI quanto a importância, dado que uma das grandes preocupações no mundo corporativo é a redução de custos.
Atualmente as organizações já entenderam o papel da área de TI considerando-a não só um centro de custos e sim um ponto de apoio para a agregação de valor e vantagem competitiva. Com isso a ênfase do ROI na área de Tecnologia foi evidenciada e em função do balanço e da cautela que deve existir quando nos referimos à área financeira das empresas, da mesma forma tornou-se necessária a análise do Custo/Benefício destes investimentos que por sua vez é facilmente evidenciada pelo TCO, dado isso a fórmula TCO/ROI mostrou-se como uma das melhores ferramentas disponíveis atualmente no auxilio à tomada de decisões.
Não existe uma regra geral para definição de TCO mas algumas noções são muito importantes para a elaboração desse estudo de forma a mostrar o custo correto da solução. Abaixo estão elencados alguns pontos importantes na definição do TCO:
Custos de Infra Estrutura
Forma de Aquisição
Quantidade
Implantação
Licenciamento inicial
Custos de Manutenção
Pessoal especializado
Treinamento de Pessoal
Licenciamento a longo prazo
Consultoria e suporte
Renovação de contrato
Custos de Migração
Ganho de Performance com a migração
Ganho de gerenciamento com a administração
Outros Custos
Ganho de oportunidades
Viagens
Específicos de cada segmento de mercado
Como se pode ver é uma lista concisa mas que deve ser analisada detalhadamente com o objetivo de realizar decisões estratégicas nas empresas. O TCO/ROI normalmente é medido a fim de resultar em um valor fixo para que possa ser comparado com outros TCO/ROI's de outras soluções, apesar disso, calcular o TCO/ROI de uma solução pode não ser o suficiente caso uma análise da posição atual do processo a qual a solução pretende otimizar não tenha sido feito anteriormente, vale salientar que esse tipo de análise é oferecida pela _bds através de produtos como o ERP-A2, integrando uma vasta gama de serviços que podem ser observados aqui mesmo neste site.
Uma grande vantagem em termos de TCO e ROI pode ser observada nos chamados Software Livres, segundo a definição da Free Software Foundation, software livre é aquele que pode ser usado, copiado, verificado, modificado e distribuído sem restrições. O oposto de software livre é software proprietário. Os programas que normalmente se instalam em sistemas Microsoft Windows e o próprio sistema Windows é software proprietário: o código que gerou os programas é proprietário dos seus donos, e apenas eles sabem o que o software realmente faz. Pelo contrário, o software livre é software cujo código também nos é fornecido, e nos permite por isso verificar o que os programas realmente fazem. Além disso, software livre também implica que podemos copiar, modificar e até distribuir esse código.
Segurança: Um sistema operacional GNU-Linux tem uma arquitetura que por si só já garante uma segurança muito maior do que nos restantes sistemas operacionais proprietários e pagos, através, por exemplo, de um eficiente sistema de permissões. De qualquer maneira, o fato de possuir um código OpenSource, tendo sempre por trás uma comunidade muita ativa, permite que quaisquer erros encontrados nos sistemas possam ser identificados e solucionados em muito pouco tempo, muitas vezes com soluções dadas pelos próprios utilizadores que reportaram o problema. Não quer dizer que não hajam falhas, mas estas são rapidamente solucionados antes que se alastrem. Com uma segurança tão elaborada a empresa tem menos custos por parada de processo, ou roubo de informação vital.
Flexibilidade: Diz-se que é raro haver dois sistemas Linux iguais, e é verdade. Isto é devido à sua elevada personalização e flexibilidade. Ou seja, qualquer um pode alterar e distribuir o código fonte conforme as suas necessidades, fator que influenciou na grande evolução deste sistema operacional e que garante à empresa a melhor adequação possível às suas necessidades, ganhando em desempenho e tempo de execução.
Confiabilidade e custos de manutenção: Prima por ser dos sistemas operacionais mais estáveis, com menos falhas, e que consome poucos recursos da máquina (comparativamente a outros SO's). Como tal obtêm-se melhores desempenhos em programas que muito provavelmente em outros sistemas tinham resultados piores. É bastante indicado para computadores mais modestos, sem nunca pôr de lado todas as características anteriores. Com menos falhas observa-se uma redução expressiva nos custos de manutenção.
Economia com licenças: Como é bom não estar preso a licenças, como é bom poder usar algo que é livre, e geralmente grátis. Assim, é bastante rentável ter um pc com Linux como sistema operacional, pois obtêm-se tudo o que estamos habituados tanto num desktop caseiro, como num servidor, livre dos custos de licença.
Multiplaforma: Os sistemas GNU-Linux não são específicos para determinados computadores e podem ser inseridos em diversas plataformas, desde consoles, até celulares.